quinta-feira, 14 de agosto de 2008

1 - Luzes e Luzes Misticas - Livro da Lei


[ Fonte da imagem da 'Arvore da Vida' (Kabbalah) [ http://www.ordotrimegistus.net/ ]

Uma visão sob a ótica da KABBALAH (ou Década Maçônica):

Na constituição das lojas maçonicas, tem-se como LUZES, o Ven:. M:. e os dois vigilantes.
Considera-se como LUZES MISTICAS as 3(tres) velas que iluminam, na posição de triângulo, o LIVRO DA LEI e irradiam a luz em 7 e + direções.

Algumas Potencias utilizam estas velas, no centro da Loja, normalmente sobre o Mosaico, no Ocidente.
Em outras Potencias, além de não usa-las, dispôem-se o altar com o LIVRO da LEI defronte o Ven:.M:., no Oriente.
Na Árvore da Vida (KABBALAH), a LUZ que a tudo ilumina, correspondendo ao SOL, está na Séfira THIFERET.
Entende-se como correspondência maçônica à posição da Séfira Thiferet localizada no centro da Loja,

Esta posição corresponde, no Adâo Kadmon, ao órgão CORAÇÂO. É desta posição que se irradiam todas as energias vitais no nosso Micro Cosmo.

Sob a ótica da EGRÉGORA, é fundamental que a luz seja fortalecida a partir do CORAÇÂO, de onde emanamos o amor e o sentimento de fraternidade.
Considera-se que, sob á ótica da KABBALAH, um bom ambiente de energia (EGREGORA), sem as velas irradiando a luz junto ao lado do Livro da Lei, na posição da Sefira THIFERET (coração), fica prejudicada.
Lembrando que é uma interpretação pessoal, espera-se deixar a abordagem como contribuição a trabalhos com discussão profícua.

Certamente há muito mais a discutir!
REAA - SEMELHANÇAS OU MERAS COINCIDÊNCIAS?
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2 comentários:

Marcelo F. Antunes disse...

A correta posição das Luzes, incorretamente grafadas no plural é realmente em Tifferet, pois nesta Sefira, localizada no Altar, se encontra o Coração da Loj.'. que se 'eventualmente' ressonar com os Corações [Luzes: aqui sim no plural] dos Oficiais, monta a Egregora da Sessão.

Marcelo F. Antunes disse...

Temos hoje um gigantesco paradoxo, quando há uma multiplicidade de Ritos "ditos" Maçônicos, mas completamente extranhos entre si, exibindo rituais até antagônicos em suas energias, movimentações e disposições Templárias. Com a contínua expansão das Potências, Quadros e Loj.'. Maçônicas, tornou-se imperativo criar 'ritos placebos' para que os que dele participassem, não viessem a sofrer [ou se assustassem] com as Poderosíssimas Energias Astrológicas deflagradas em um Ritual Pitagórico (REAA) e assim foram eles criados. Com excessão do REAA de algumas das Grandes Lojas, todos os outros se equiparam energeticamente mais a uma antiga reunião de um clube de servico (Rotary, p. ex.) onde o que vale é a posição sócio-econômica do seu membro, o que se torna evidente, com o afloramento de inúmeras exibições de vaidades e exaltação do ego inferior causando uma continua perda de membros devido ao acerbamento de conflitos pessoais.
Vale dizer que o termo Pitagórico, na realidade é uma transliteração de um Ritual muito mais antigo, praticado no Oriente, pois Êle está embasado no Sigil de Hermes [Deus Mercúrio Romano e Deus Thot Egípcio] o que evidencia não ser Escocês, nem Grego, tampouco Egípcio.