quarta-feira, 29 de abril de 2009

30 - EGRÉGORA (2) e a Árvore da Vida

Na matéria do mestre Ignácio Guimarães, adaptamos algumas abordagens interessantes:
http://www.maconaria.net/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=145
"Embora a palavra não exista em nosso idioma, não ser listada em nossos dicionários, e o seu aparecimento na maçonaria tenha acontecido nos anos 80, a egrégora existe desde os primórdios da humanidade, desde o aparecimento da segunda criatura humana.
"Nós somos por células, e estas por átomos, moléculas e núcleos e, em sendo assim, somos um condensador de energia; somos um corpo energizado. Sabemos também que a energia pode ser positiva, ou negativa, dependendo, no caso do ser humano, do seu estado de saúde física , e ou psíquica Eric Bern, em Relações Transacionais (psicologia) afirma que a pesso pode estar OK, ou não OK. querendo dizer, positiva, ou negativa.
Quando estamos com a saúde perfeita, bem com a família, bem com os irmãos da Ordem, nós estamos positivos, e em caso contrário, estamos negativos, é claro.
Já existe prova científica da existência da aura humana, vista através da fotografia Kirlian, que mostra a nossa aura com as suas cores e segundo os doutos no assunto, são as cores que determinam o estado de saúde física e ou psíquica, da pessoa no momento.
Hoje já se conhece a cromoterapia, ou seja, a cura através das cores, mas por ser uma ciência nova, ainda é um pouco desacreditada.
... Acredito que a egrégora seja a soma algébrica das auras positivas e negativas das pessoas que estejam num determinado local. Como exemplo, na formação de uma Cadeia de União, as auras positivas anulam as negativas e daí se forma a egrégora positiva.
No caso das auras negativas serem em número maior do que as positivas, a egrégora será negativa ou não se formará."
Podemos verificar isto quando estamos em um ambiente que deveria ser de alegria, uma festa, mas, as pessoas não se congregam, de uma ou de outra maneira e o ambiente se torna tenso, pesado.
As vezes numa sessão maçônica nós sentimos que a coisa não foi bem, não foi positiva. Talvêz a causa seja o número de auras negativas maior do que as positivas dos irmãos ali presentes.
Entendo pois, que a egrégora é a congregação de várias pessoas voltadas para um pensamento afim, que a egrégora maçônica é formada pelo desejo dos irmãos voltados para o seu semelhante, é o desejo da liberdade, da igualdade e da fraternidade, tríade de sustentação na formação de uma sociedade justa e perfeita.

Acrescentamos a figura da loja composta por vários imãs para ilustrar e as idéias formuladas:
Finalizamos, salientamos a importância de se deixar de fora da loja as "energias negativas" acumuladas nas "tensões" típicas em muitas de nossas atividades no dia-a-dia. Certamente contribuirão, se existentes, com a quebra de uma boa EGRÈGORA.
E há muito mais.
------------------------------------------------------------------

sábado, 25 de abril de 2009

29 - O "Ponto no Meio do Círculo" e a Kabbalah

No simbolismo sagrado, o tempo do despertar do Universo figura como um círculo perfeito com um ponto no centro. O ponto representa o começo de tudo, a raiz. Esta representação também pode ser vista numa interpretação para a Árvore da Vida.
Do site http://www.eon.com.br/adv3.htm mostramos como Kether, a primeira coroa, a luz sem limite, expande-se a partir de AIN SOPH (Infinidade). Estabelece-se a criação a partir do plano maior, e conforma-se a rede de relacionamentos cósmicos.
O nosso mundo mais baixo reflete os padrões do mundo superior, e tudo que é encontrado neste mundo superior pode ser encontrado aqui, como uma cópia na terra, ainda assim o todo é uno...
... assim também está conforme com o universal princípio hermético da analogia: - tudo que está em baixo é como está em cima...
(Assim na Terra como no Céu!)...

No microcosmo constituído, o Adão Kadmon afere seus passos, e estabele seus limites. Conhece o que é seu, e distingue o que é dos outros. É o despertar do conceito do "lapidar a pedra bruta", que somos todos como microcosmo constituído à imagem do macrocosmo elaborado.

António Fadista, em (http://www.glnp.pt/artigos.php?id=72Data) dispõe boa matéria, que transcrevemos a seguir.
Os corpos celestes foram a base sobre a qual se inspiraram os sábios da Antiguidade para definir as primeiras formas geométricas. Assim, os símbolos mais antigos das tradições esotéricas são o Círculo, o Ponto e as demais figuras planas. Como conseqüência, todas as Cosmogonias se desenvolveram tendo como base o Círculo, o Ponto, o Triângulo, o Quadrado e, na seqüência, até ao número nove; tudo sintetizado no dez, formado pelo Círculo e pela primeira unidade, ou ponto, constituindo a Década Mística de Pitágoras.
Não seria possível conceituar uma divindade lógica, universal e absoluta, sem a existência do Ponto dentro do Círculo. Nos primórdios da Humanidade, o Ser Supremo, o Criador, não tinha nome nem símbolo algum que o representasse. O mesmo não acontecia em relação à Sua primeira manifestação, a Criação, o Universo, cujo símbolo já então era o Círculo com o Ponto Central. Este também era o símbolo do Tempo Eterno e do Espaço sem Limites.
O Zohar, o Livro do Resplendor, ensina que o Ponto Original e Indivisível se dilatou e, por meio de um movimento constante, se expandiu e deu vida e forma ao Universo. A Divindade se expande de maneira ilimitada, e enche continuamente o Universo com suas obras.
Na India, os Vedas ensinam que Deus é um Círculo, cujo centro está em toda a parte e cuja circunferência não está em parte alguma.
Assim, o Círculo no qual o seu Ponto Central se expandiu e desdobrou, é o símbolo esotérico da diferenciação e da geração.
O Círculo com o Ponto no centro também se relaciona com a fórmula alquímica VITRIOL (Visita Interiora Terrae Rectificandoque Invenies Occultum Lapidem).
Nesta acepção, retificar significa corrigir os erros inerentes à natureza do ser humano. A descida ao interior da Terra simboliza a morte do profano e o nascimento do Iniciado que, pela meditação e pela auto-análise, aspira ao aperfeiçoamento moral e espiritual.
Colocado no interior de Terra, isto é, recolhido ao íntimo de seu coração, o seu Sanctum Santorum, o Iniciado busca as cristalinas fontes do Amor e da Sabedoria que o levarão à posse da Pedra Polida, a almejada Pedra Filosofal.
Nos Mistérios de Ceres, em Eleusis, o recipiendário representava o grão do cereal semeado, enterrado no solo, que deve atingir o estado de putrefação para dar nascimento à planta encerrada em seu germe. Do mesmo modo, o profano é submetido à Prova da Terra, visando o desenvolvimento das suas energias potenciais na busca do Eu Superior, o Grande Arquiteto do Universo.
O Templo Maçônico, assim como tudo o que está em seu interior, representa a universalidade da nossa Instituição. Assim como o Templo, o Círculo com Ponto no Centro também vai da superfície ao centro da Terra. Por isso mesmo, ao passar pela Prova da Terra, o profano morre e o Iniciado renasce dentro do símbolo iniciático da geração, o Círculo com o Ponto, cujos limites, os da Virtude e do Amor ao Próximo, o maçom jamais deve transpor.
Sendo limitado ao Norte e ao Sul por duas retas paralelas e perpendiculares, que representam Moisés e Salomão, este símbolo indica que o maçom deve pautar suas ações segundo as virtudes que estes dois grandes iniciados representam.
O Círculo com o Ponto é também tangenciado no seu topo pelo Livro da Lei, indicando que a via ascencional para Deus só existe pela obediência aos princípios e aos ensinamentos nele contidos.
O progresso moral e espiritual só pode ser alcançado pela pratica do Amor ao Próximo e pela submissão da nossa vontade aos nossos deveres.
Assim procedendo, reuniremos as condições para subir os degraus de Escada de Jacó e alcançar a desejada união com o Eu Supremo, o Grande Arquiteto do Universo.

E tem muito mais...

------------------------------------------------

28 - Ascendência e Descendência na Arvore da Vida

A ascendência e descendência na Arvore da Vida, buscando os conhecimentos ocultos nas Sephirot, e nos caminhos que as interligam pode ser visualizado, conforme analogia de DION FORTUNE, em seu livro " A Cabala Mistica":

" O caminho da Iniciação segue as espirais da Serpente da Sabedoria na Árvore: mas o Caminho da Iluminação segue o Caminho da Flecha lançada pelo Arco da Promessa. Qesheth, o arco-íris de cores astrais que se estende como um halo por trás de Yesod. Este é o caminho do místico, que se distingue do ocultista: é rápido e direto, e livre do perigo da tentação da força desequilibrada que se encontra nos outros pilares, mas não confere nenhum poder mágico, salvo os do sacrifício em Tiphareth e os do psiquismo em Yesod."
E há muito mais!
--------------------------------------------------------------

27 - A "Arvore da Vida" - Um Arquétipo Universal

Para visualizar a pluralidade de representações e entendimentos para a Árvore da Vida, recorremos às inteligentes imagens coletas no site: http://www.eon.com.br/adv3.htm
A sintaxe para os nomes é preservada conforme uso pelo site.
Arquétipo Astrológico:
10 sephirot e 22 caminhos. - A não sephirah DAAT também é representada. A diversidade das expressões para buscar os caminhos:

















3 PILARES E 3 TRIÂNGULOS
OS 4 MUNDOS E AS TRINDADES
7 PLANOS E 3 COLUNAS
OS 7 PLANOS DA EXISTENCIA
UM RESUMO SINTETIZADO
Há muito mais no site fonte desta matéria
Recomendamos em: http://www.eon.com.br/adv3.htm
---------------------------------------------------------------------

26 - O PELICANO e a Arvore da vida

Na Arvore da Vida focaremos na Sephira TIFERET 6(seis). [Thifareth em hebraico]. É a Sefhira da BELEZA, do AMOR, do SOL. A partir de TIFERET o fluxo de emanações é multiplicado em 7 caminhos da sabedoria.

A justiça não pode perdurar sem "amor"!

Do "circulo iniciático de Hermes (Anderson Rosa) temos: O Sol que emana todas as energias vitais, a Beleza que incorpora a ausencia do mal, a Harmonia que deve existir como elemento essencial para convivência no microcosmo. Apolo - "A mais alta mainifestação da vida ética, a soma de tudo o que é bom. Em resumo, o ideal. "O equilíbrio entre o Espírito e a Matéria.

Emerge a Fênix e o Pelicano e seus 7 filhotes.
O ícone maior para expressar o AMOR FRATERNAL.
Sete e não seis... Sete e não oito... Apenas 7 e mais.
O oitavo caminho (de Tiferet a Kether), não é para os "mortais" seres humanos.












E tem muito mais...
REAA - SEMELHANÇAS OU MERAS COINCIDÊNCIAS?
---------------------------------------------

25 - A "PONTE" na "Árvore da Vida"

Em publicação de 2007, Rizardo da Camino, coloca que: "O vocábulo PONTIFICE é de origem latina: Pons e facto, ou seja, o que faz pontes, ou ainda, o construtor de pontes. Desde a época de Roma os 'pontifices' eram encarregados pela guarda das pontes que davam acesso à cidade. Mais tarde, o bispo de Roma atribui a si mesmo o titulo e, em 1090, um concílio deu o título de 'Sumo Pontífice' ao Papa". Complementa: " o templo da razão, (na Jerusalém Celestial), está localizado dentro de cada um que atingiu a compreensão plena de que é o espirito divino que rege o conhecimento".
Do livro do Genesis, capitulo 2, versiculo 17, temos: "...mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comerdes morrerás". Fala-se na ávore do bem e do ma., entendida também como a árvore do conhecimento do bem e do mal. A "morte" tem sentido figurado, mormente conhecido como sendo o renascimento para uma vida mais consciente. Consciência iluminada por 12 estrelas, que simbolizam nosso 'Zodiaco intelectual'. As 12 estrelas sugerem 12 luzes, representadas por 12 princípios. Princípios que norteam o construtor de pontes na sublime tarefa de ligar o homem ao desconhecido, a criatura com o seu criador.
Nesta ligação com o desconhecido, é preciso amar, é preciso crer, e também é preciso saber esperar. A "PONTE" faz a conexão do caos à ordem, da obscuridade à luz. Na evolução do homem, representa o local de passagem entre dois mundos. O primeiro material, tangível, e o segundo o inicio de desconhecido, do intangível. Depois da primeira ponte, outras pontes haverão a permitir-nos o crescimento no caminho da evolução espiritual. Aqui, agora no dominio do intangível, impera a FÉ. A FÉ que nasce da verdade, da justiça e da tolerância.
Na Árvore da Vida, podemos ver as pontes que levam à transição entre planos da TERRA (material) ao plano do AR (primeiro plano espiritual), e aos mais sutis AGUA e FOGO. Marcelo Otmanu, mais uma vez nos empresta a figura da Árvore da Vida, vista lateralmente.
Ver em (http://www.ordotrimegistus.net/ ).
Em vermelho são mostradas estas pontes. Na primeira PONTE, o nosso microcosmo (Adão Kadmon) vê as Sephirot de frente. A TERRA representa o nosso universo material. Os demais planos, às costas do Adão Kadmon, só serão alcançados pela intercessão da fé, amalgamada pelo estudo que conduz ao conhecimento.

Estas pontes conectam a Sephira KETHER (Coroa) no plano da TERRA (ASYYAH), á Sephira THIFERET (Beleza), que também representa AMOR, no plano do AR (YETZIRAH).

A Árvore da vida, com suas 3 colunas: à direita (masculino, +); à esquerda (feminino,-); e coluna do meio, nos sugerem, no trabalhar de nossas "pedras brutas", percebermos a importância de desenvolvermos a sabedoria de aprender a transitar, do "sul" para o "norte"; do "este" para o "oeste", sempre buscando a sapiência que reside no caminho do meio.

E há muito mais!

REAA - SEMELHANÇAS OU MERAS COINCIDÊNCIAS?

--------------------------------------------------------------

quinta-feira, 23 de abril de 2009

24 - O "EFEITO ESPELHO" 'e a ÁRVORE DA VIDA

Vamos nesta matéria, analisar o nosso microcosmo, representado na Árvore da Vida pelo Adão Kadmon. Na primeira figura podemos ver as Sephirot projetadas no Adão Kadmon de costas. Na segunda imagem as Sephirot aparecem no Adão Kadmon visto frontalmente.



As Sephirot são numeradas de cima para baixo. De Keter (1) a Malkhut (10).
Importante destacar que os nomes das 10 Sephirot são escritos com pequenas diferenças decorrentes dos processos de traduções ocorrentes através de muitos autores ao longo de anos de estudos da KABBALAH.

Nesta matéria os nomes serão citados conforme nominados e desenhados na figura da esquerda.
Numa primeira forma de entender a posição das Sephirot, vamos posiciona-las sobre 'nós mesmos" como o proprio microcosmo que somos. KETER (1) aparece sobre a cabeça do Adão Kadmon. HOKMAH (2) aparece à direita do cérebro e BINAH (3) à esquerda. Da'at (a não sephirat) é indicada na garganta, ao centro, abaixo de KETER. No nivel dos ombros surge à direita HESED (4), e à esquerda GEVURAH (5). Logo abaixo, ao centro, na posição do coração aparece TIFERET (6). No nível dos quadris, identificamos à direita NETZAH (7), e à esquerda HOD (8) . Abaixo, ao centro, na posição dos sexos, temos YESOD (9), e finalmente, no nivel dos pés temos MALKHT (10).
Faz-se mister destacar que, na figura da direita, o Adão Kadmon é visto de frente, não representa Da'at (a não sephirot), e as Sephirot Netzah e Hod estão desenhadas no nivel das pernas. Procura-se entender estas aparentes diferenças, como se ambas sejam tão somente, representativas dos membros inferiores do corpo, incluindo quadris, pernas e pés. Isto significa que ambas as figuras são equivalentes. As posições da Sephirot mostradas na figura da esquerda representam melhor a posiçãodo desenho da "ARVORE DA VIDA".

Agora vamos nos referir ao "EFEITO ESPELHO".
Veja-se que quando estamos de frente a um espelho, vemos a nossa imagem projetada com os lados invertidos. Por exemplo, olhando este mesmo espelho de frente, vemos o nosso ombro direito projetado do lado esquerdo. Nas figuras apontadas em revistas, usualmente olhamos a figura da 'Árvore da Vida", da posição que é mostrada pelo Adão da figura à esquerda. Assim, o que estamos vendo é a "arvore da Vida" projetada sobre o nosso próprio corpo, e não a imagem que estariamos vendo num espelho a nossa frente. Como exemplo, estamos vendo BINAH (2) à esquerda. Na imagem espelhada e invertida do Adão Kadmon, BINAH (2) teria a posição aparente do lado direito.
Esta matéria tem como objetivo trazer a tona uma dificuldade muitas vezes encontrada pelo buscador dos conhecimentos da KABBALAH. Em nossa matéria de número 21 os textos estão corretos, mas há um equivoco ao adaptar-se estes textos ao lado da imagem do Adão Kadmon, tal qual mostrado neste materia na figura frontal, à direita.

Voce seria capaz de identicar estes equivocos? Deixe seus comentários. Somos gratos às contribuições e críticas.

Como aconteceremos no mundo digital? Em qual "espelho" nos veremos?


----------------------------------------------------------------

terça-feira, 21 de abril de 2009

23 - Os TEMPLOS e a ÁRVORE da VIDA

Todos os méritos das figuras e conteúdos nesta matéria são de OTMANU. Veja o site (http://www.ordotrimegistus.net/), onde os painéis magnificos podem ser adquiridos.

TEMPLO ROSA CRUZ
O Templo de Ísis, se configura energeticamente com o Sigil de Vênus já que acolhe em seu colo, todos - Homens e Mulheres - que estão começando a "abrir os Olhos" para a [dura] realidade - época dos Destinos Inconscientes. [Otmanu]
TEMPLO MAÇÔNICO
O Templo de Osíris, se configura energeticamente com o Sigil de Mercúrio, e recolhe todos os Homens que já estão "Bem Vivos, mas preparados para o Sacro Ofício" - época do Tino Consciente. [Otmanu].


TEMPLO RELIGIOSO
O Templo Religioso se configura energeticamente como um Sigil de Vênus invertido (que é o Sigil da Terra). Recolhe das "trevas' (Útero da Mãe Natureza) todos (Homens e Mulheres) que estão "Vivos, porem mortos" por não conseguirem ver a realidade (é a época dos desatinos).
É o único templo que fica ‘aberto’ todo o tempo, inclusive fora das ‘sessões’. [Otmanu].
E quanta coisa pode ter a mais! Por que não estudar!
=======================================
O TABERNÁCULO - Linda animação, com som!

video

======================================

sexta-feira, 17 de abril de 2009

22 - Pentagrama pela Gestalt - Árvore da Vida

Adaptando da enciclopédia livre (Wikipédia), a GESTALT vem da associação da Psicologia com a forma (Psicologia da Gestalt). Gestaltismo ou simplesmente Gestalt é uma teoria da psicologia que considera os fenômenos psicológicos como um conjunto autônomo, indivisível e articulado na sua configuração, organização e lei interna. A teoria foi criada pelos psicólogos alemães Max Wertheimer (1880-1943), Wolfgang Köhler (1887-1967) e Kurt Koffka (1886-1940), nos princípios do século XX. Funda-se na idéia de que o todo é mais do que a simples soma de suas partes.


Segundo a Gestalt, existem quatro princípios a ter em conta para a percepção de objectos e formas: a tendência à estruturação, a segregação figura-fundo, a pregnância ou boa forma e a constância perceptiva.


Outros conceitos dessa teoria são supersoma e transponibilidade.[1] Supersoma refere-se a idéia de que não se pode ter conhecimento de um todo por meio de suas partes, pois o todo é maior que a soma de suas partes: "(...) "A+B" não é simplesmente "(A+B)", mas sim um terceiro elemento "C", que possui características próprias".[carece de fontes?] Já segundo o conceito da transponibilidade, independentemente dos elementos que compõem determinado objeto, a forma se sobressai. "(...) uma cadeira é uma cadeira, seja ela feita de plástico, metal, madeira ou qualquer outra matéria-prima."[carece de fontes?]

O Homem VITRUVIANO - Inspirado no trabalho
do arquiteto romano Vitruvius Pollio, que explica
a relação entre simetria e perfeição.
É um pentagrama humano, com o corpo de um homem dentro de um círculo.
Leonardo da Vinci - estudou exaustivamente as proporções áureas do corpo humano de onde resultou o famoso desenho denominado o Homem Vitruviano, feito por volta de 1490.



Serge e Anne Ginger - Gestalt - Uma Terapia do Contato, nos brindam com interessantes visões do pentagrama.




E tem muito mais!
===========================================

quarta-feira, 15 de abril de 2009

21 - A "Arvore da Vida" e o Microcosmo (Adão Kadmom)

O mérito dos textos utizados nas figuras desta matéria devem-se ao BLOG
Acrescentam-se figuras para melhor visualizar as Sephirot e suas posições.
IMPORTANTE: No desenho, a figura representativa do Adão Kadmon apresenta-se de frente para o leitor. As sephirots do lado esquerdo e do lado direito aparentam-se trocadas de lado, se o leitor as vê colocado na posição do próprio Adão Kadmon. Pede-se do leitor atenção nesta referência de posicionamento, quando da leitura.
Através de uma sucessão de figuras vamos, de forma suscinta, abordar o significado de cada uma das Sefhirot, associando-as com nosso microcosmo.

Acompanhemos as figuras com destaque nas marcas amarelas:




E tem muito...muito mais! Vamos estudar!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

20 - Programa Agartha

INTRODUÇÃO À CIÊNCIA SAGRADA - Programa Agartha
por FEDERICO GONZALEZ
Com a colaboração de Francisco Ariza e la de Fernando Trejos e José Manuel Río L. Herrera, Mª. V. Espín e Mª. A. Díaz .




Recomendo o site aos meus pares fraternais:


============================

19 - Evolução e as idades do 'homem'

O ser humano nasce, cresce, evolui da adolescencia a adultice, vai à terceira idade, alguns a quarta, e finalmente morre. Será que termina aqui nosso ciclo de evolução? Marcelo Otmanu (http://www.ordotrimegistus.net/ ) nos apresenta uma interessante forma de ver o ciclo evolutivo do homem.



Também pode ser interpretado como a 'Escada de Jacó' do ciclo evolutivo.
A figura à direita mostra como as 'arvores da vida' em suas muitas dimensões, se interligam e justapõem, montando o enigma evolutivo, e que trancende a nossa vida na terra.


A figura colorida apresentada mostra a Árvore da Vida de outro ângulo, onde saimos inicialmente das trevas (o bebê), e evoluimos à infância. Ainda estamos dentro da gruta (Graal). A cada conhecimento que vivenciamos passamos pela 'sephirots' e pelos caminhos que as interligam.

O tempo passa. Saimos da gruta ((adolescencia) e dentro em breve alcançaremos a adultice. Continuamos na evolução, e alguns chegam e/ou superam a terceira idade.


Das trevas da inocência e da ignorância observamos o mundo.


Hiram Abif, Salomão e Hiram. São como tres reis, ou tres caminhos que iluminam o horizonte do conhecimento.

Do bebê à infância, a ânsia pelo saber. É preciso aprender os caminhos, mesmo antes de aprender a caminhar.

Chega então, a fase do uso dos instintos. O conhecer nos possibilita experimentar as coisas que nos cercam.


A audição, a visão, o tato, o olfato e o paladar, emergem como instrumentos da experiência.


Como as cinco colunas gregas, toscana, jônica, dórica, coríntia e compósita, os sentidos sustentam-nos nas vivências do ser.


É como uma escada em caracol, constituida de degraus, os primeiros como "reis" que governam a ascenção (Hiram, Salomão e Hiram Abif), com a sapiência do uso das colunas basilares, constituidas pelos cinco sentidos humanos.
Para que a governança se torne perfeita
fazem-se mister novos conhecimentos.


As artes e as ciências, surgem como basilares da evolução.

É preciso saber aplicar a gramática (1) e a retórica (2).


A lógica(3) e a aritmética(4) então se somam à geometria(5).

A música(6) e a astronomia(7) compõem os fundamentos do conhecimento, compondo estruturas para o desenvolvimento e a evolução.

Na estrutura da 'Árvore da Vida" ainda vislumbra-se mais um caminho, não alcançável pela percepção humana. Da BELEZA da sefira THIFERET à coroa da séfifa KETHER, emerge um caminho que não é um oitavo. É tão somente um caminho a mais, somado ao setimo, mas intangível à competencia dos nossos sentidos. Está num plano superior. Divino.

E tem muito mais!
REAA - SEMELHANÇAS OU MERAS COINCIDÊNCIAS?
----------------------------------------------------------