quinta-feira, 30 de julho de 2009

38 - A Maçonaria, a Kabbalah e a Astrologia - e o Livre-Arbítrio

Temos apontado neste BLOG muitas coincidências entre o REAA e a Árvore da Vida [Kabbalah]. Como a Kabbalah também é codificada em ‘biombos’ com simbologias da ASTROLOGIA, é inevitável que surjam associações que vinculam os símbolos de expressão comuns. Por exemplo, quando vemos nas lojas do REAA a posição dos oficiais, identificamos logo algumas similaridades com a estrutura da Árvore da Vida, assim como identificamos os signos astrológicos nas colunas e em outros símbolos das lojas.

Com referencia à ‘Astrologia’, existem muitas dúvidas e questionamentos quanto à aceitação ‘científica’ dos conceitos milenarmente disseminados. Ainda que seja fácil perceber o efeito da proximidade da LUA, nas atividades de pesca e em muitas outras atividades. Também percebemos diretamente os efeitos da presença do SOL em nosso dia-a-dia. Mas não temos a percepção da presença dos demais planetas sentida com a mesma facilidade. Nesta matéria, aborda-se o estudo da presença do SOL nas casas 10,11 e 12 dos mapas natais, e do efeito desta presença no seres afetos. A abordagem é polemica se considerarmos que as ‘interpretações’ astrológicas divergem em diferentes publicações. Em especial, não se pode deixar de considerar que os seres humanos submetem-se, individualmente e em diferentes intensidades ao ‘livre-arbítrio’.

Nosso ir:।Otmanu nos apresenta no site abaixo, uma visão pela astrologia do ZODIACO Corporal Evolutivo, onde cada um de nós se posiciona.

< http://www.ordotrimegistus.net/portugues/portugues_page9/portugues_page9.html >

Na figura confrontam-se a KABBALH e a ASTROLOGIA, indicando os ciclos que marcam nossa existência. As influências energéticas astrológicas produzem de forma cíclicas inúmeras reações, umas positivas e outras negativas, tudo em função do trânsito orbital de cada astro incidindo sobre os astros natais de cada pessoa. Decompõem-se daí os MAPAS NATAIS, muito conhecidos no âmbito da astrologia. Não podemos deixar de citar que sempre existirá o LIVRE-ARBÍTRIO, como opção de escolha individual de cada um de nós. Exatamente aí surgem as diferenças entre as pessoas. Algumas buscam o conhecimento, e dele se utilizam para mudar os rumos traçados pela forças invisíveis que nos regem desde o nosso nascimento. Outras deixam, como folhas ao vento e por toda a vida, que suas forças intimas desenhem o contorno das ações em suas vidas.

Então temos aqui uma reflexão, que traça diretivas para a escolha de indivíduos podem ser mais adequados, ou menos ajustados aos requisitos exigidos ao bom maçom. Também pode justificar o porquê a maçonaria escolhe os seus membros, e não os indivíduos escolhem a maçonaria, como um “norte” para suas escolhas e evoluções. Astrologicamente, então, podemos ter indivíduos que se adéquam mais facilmente às exigências dos estudos e pela busca da sabedoria oculta nos conhecimentos.

A figura a seguir, em sua parte de baixo, mostra na estrutura da Árvore da Vida, a evolução humana focada em bases da astrologia. Destaca nitidamente o horário das 6:00 da manhã às 12:00 horas, como horário de nascimento que incide sobre as casas 10,11 e 12, da roda zodiacal. Aponta para indivíduos mais sujeitos a ingenuidade, a lascividade e a agressividade. Estas tendências, se não administradas adequadamente pelo LIVRE-ARBITRIO de cada um que nasceu neste horário, podem levar ou facilitar situações de conflito, não desejáveis nos convívios fraternos.

E você? A que horas nasceu? Reflita! Aplique e maximize seu livre-arbítrio e seja um melhor maçom! O conhecimento só tem valor quando compartilhado!

E tem muito mais, certamente!

37 – A importância do “DIACONO” - Triângulo Pitagórico

Muito se fala da caminhada dos 'diáconos' em loja, em seu objetivo de levar a palavra de abertura dos trabalhos. Em algumas lojas contorna-se aas 'colunas' no cumprimento deste objetivo, noutras, inicia-se (1º Diac:.) sua jornada no 'Oriente', à direita do V:.M:., adentra-se o 'Ocidente' no sentido 'horário', e após fazer-se um 'angulo reto' defronte o 2º Vig:., dirige-se ao 1ºVig:, concluindo seu curso ao lado do L:.L:.. O 2º Diac:. completa o percurso levando a palavra do 1º ao 2º Vig:.

A 'Árvore da Vida' apresenta o "Triangulo Pitagorico", cuja mística propõe um entendimento deste momento mágico em loja.

Da matéria “Maçonaria Ancestral”, de lavra do ir:. Otmanu, adaptamos da figura do Templo de Hermes, a movimentação dos ‘DIÁCONOS” no inicio das reuniões. Poucos irs:., por falta de reflexão, sabem do teor da importância desta fase da reunião.

Clique no link abaixo para ver a animação que simula a circulação da energia no templo. Aguarde porque pode demorar alguns instantes, dependendo da configuração de seu microcomputador:

http://www.ordotrimegistus.net/assets/luzes_templo_de_hermes.swf



Agora, imagine um navio ancorado no cais de um porto, prestes a zarpar. Imagine também a grande energia exigida de seus motores para colocá-lo em movimento, até que, em alto mar, esteja em velocidade de cruzeiro. Correlacione agora esta imagem com a abertura dos trabalhos em loja, e estabeleça um foco na energia da EGREGORA ainda em formação.

Ao circular, seguindo as linhas que formam o “Triângulo Pitagórico”, os Diáconos estabelecem os primeiros movimentos que darão força à constituição da egrégora, ainda em formação. Não bastasse a forte simbologia oculta no triangulo pitagórico (como o ângulo reto e as relações matemáticas entre seus lados), precedemos à abertura do L:.L:., incluso no triângulo e, circundado no REAA, pelas luzes que iluminarão os trabalhos.

Toda a responsabilidade de compor a força da egrégora sobrecai, então, sobre os Diáconos, que alcançam em suas funções, os três vértices do triangulo.

Existem muitas coisas que vemos, mas não enxergamos! Quando falamos no celular sabemos que uma energia é trocada entre o aparelho colocado em nosso ouvido, e as torres de microondas, que coletam e encaminham ao sistema de telecomunicações, as energias de voz convertidas em elétricas. Sentimos, porém não vemos estas energias!

Reflita meu irmão! Veja a importância de visualizar este tema através da Árvore da Vida (Kabbalah). Observe a coincidência (?) da posição dos oficiais em loja com a posição da Sephirots na Árvore da Vida.

No passado, muitas lojas mantinham na parede, ao lado do 1º Diac:.. um pequeno recipiente com óleo e pavio aceso permanentemente. Esta 'chama', e somente ela, poderia ser a fonte de fogo/luz do templo, da qual se acendiam as velas usadas nas seções. Estas tradições se perderam ao longo dos anos!

Notar que a posição desta 'chama' coincide exatamente com o vértice do Triângulo Pitágorico, no ponto de onde se inicia a jornada dos 'diaconos'.

Para ver o oculto, é preciso usar os óculos adequados! Certamente há muito mais...


terça-feira, 28 de julho de 2009

36 - Os ‘passos’ na Àrvore da Vida

Irmanados, vivenciamos a maçonaria numa jornada de muitos mistérios Nesta jornada, muitas são as curiosidades que encontramos na busca pelo lapidar da pedra bruta, que somos nós. Como buscadores dos conhecimentos ocultos na Árvore da Vida (Kabbalah), somos reconhecidos, no sentido plural, como “Adão Kadmon”. Caminhamos seguindo em frente, em passos evolutivos, ora em direção à direita, ora em direção à esquerda.

Da esplendida arte de Rosangela Cavalim, adaptamos uma inferência para a fonte da sabedoria, onde o buscador vai tomar da água do conhecimento.

Observe, na fonte da sabedoria, a figura central do HEXAGRAMA (Estrela de David), mostrado na matéria [31], que combina-se em em múltiplas superposições com HEXÁGONOS, dando origem à Árvore da Vida.

Neste momento, pergunto aos irmãos se já questionaram o “POR QUE” de cada passo que damos na evolutiva ‘escada de Jacó’? Se não somos robôs, é mister que conheçamos nosso destino fraterno. Com liberdade, auto-determinação, e fraterna colaboração dos mestres, precisamos saber: Para ONDE vamos? COMO vamos? QUANDO vamos? Se o irmão ainda não fez estas perguntas a si próprio, sugiro buscar respostas na arquitetura da Árvore da Vida, passada há milênios a Moisés, pelo G:.A:.D:.U:.

Como MESTRES precisamos conhecer desta fonte de conhecimentos, para levar a fraterna ajuda aos irmãos iniciantes. A você que já é M:.M:. pergunto: já bebeste da água do conhecimento da Árvore da Vida? Se você está encontrando dificuldades de entender os temas abordados neste BLOG, faça uma introspecção e questione-se. Certamente você já percebeu que tudo na maçonaria é tratado simbolicamente. E o maior dos simbolismos está representado na figura das 10 SEPHIROTS (Árvore da Vida). Note que são 10, não são 20, nem 30, nem qualquer outro número. São 10 (dez) como 10 são os mandamentos também recebidos por Moisés.

Observe a figura da Árvore da Vida. Cada círculo tem um símbolo. São 10 círculos (sephirots). Cada círculo tem uma letra em hebraico e um som próprios, que os representam na ‘àrvore’ Para alcançar o conhecimento de cada Sephira (no singular), e de cada caminho é preciso buscar os mistérios ocultos. É preciso laborar, num plano árduo para meros curiosos. O que você já conhece destes conhecimentos? Na Árvore da Vida podemos encontrar as respostas para todas as perguntas. Como um Adão Aprendiz você está ainda no primeiro plano, o da TERRA, com os pés fincados no chão (Sephira Malkut). Dela você vislumbra 3 (três) sephirots, e três caminhos. Aqui são três os seus objetivos a trilhar. De Malkut, observe e reflita sobre a importância do número três. Somente após entender o ‘sigil’ oculto em cada sephira e em cada caminho você estará apto a buscar outros objetivos.

E você meu irmão mestre. Já detém os conhecimentos dos mistérios ocultos nestes caminhos, assim como os daquelas sephirots onde terminam? Na maçonaria você os conheceu como ‘década maçônica”. Lembra-se?

Como companheiro, e depois como mestre você vai trilhar outros caminhos. Você vai precisar dar outros passos. É importante você conhecer o ‘por que’ de cada passo. Você se contenta, mecânicamente, em dar os passos que lhe são informados? Se ‘sim’ para você, estás perdendo o melhor das vivências. È como andar de trem com as janelas fechadas. Você jamais curtirá a beleza da natureza e o esplendor da vida lá de fora, que lhe é oculta sob as vendas do desconhecimento e da ignorância.

Cada detalhe, cada passo que damos tem um sentido agregado. Tem um símbolo, tem um significado.

Quem não sabe aonde vai, nunca saberá onde está, e corre o risco de não chegar a lugar algum!

Neste BLOG estimulamos a busca e o estudo individualizados. Damos somente uma pista, um anel da corrente, mas cada ‘buscador’ tem que garimpar por si próprio os detalhes desejados. Nas várias matérias somam-se várias ‘dicas’. Cada um faz o aprofundamento a seu modo, no seu ritmo, de acordo com suas bases de conhecimento individuais.

E tem muito mais, certamente!


sexta-feira, 10 de julho de 2009

35 – OS “RITUAIS TEMPLARIOS” E A KABBALAH

De mais uma matéria adaptada do artigo “Rituais Templários I”, de Otmanu (ver artigo na integra em <http://www.ordotrimegistus.net/portugues/portugues_page10/portugues_page10.html>), adaptamos uma visão para a interpretação das VELAS nos diversos rituais, procurando entende-los na ótica da ‘ÁRVORE DA VIDA’:

Todas as atividades realizadas em grupo — duas ou mais pessoas — configuram um ritual. Assim desde um jogo de baralho a dois, um ato de amor de um casal, uma atividade numa empresa, uma reunião de diretoria, um jogo de futebol (ou de qualquer outra modalidade esportiva) numa quadra ou num estádio, um baile, uma manifestação de rua, um congresso, uma viagem de avião (de navio ou ônibus), etc., representam um ambiente energético cujo potencial, onde tudo pode acontecer, depende do recinto, das intenções dos participantes (por este motivo a quantidade e a qualidade da torcida é tão valorizada pelos jogadores de futebol) e do seu número.

O nosso caminho visa a decodificação da atividade ritualística templária, seja ela praticada num Templo sem velas, num Templo com duas velas no altar ao fundo, numa Catedral com 4 velas ou mais (sempre um número par) no Transepto, num Templo Rosacruz com 3 velas, em Rituais Maçônicos, sem e com 3 velas.

Comecemos pelos Rituais Religiosos sem Velas acesas. Todos eles possuem algo fundamental: TORCIDA ÚNICA e um TÉCNICO (Sacerdote) que é obedecido, usualmente sem questionamentos. Com esta coordenação de MENTES UNIDAS num ÚNICO propósito, o ambiente permeado de Intenções irá produzir seus efeitos naquela Congregação e se cristalizará em alguns de seus participantes.

Alguns Templos não possuem Luzes, aqui entendidas como Velas Acesas Ritualisticamente, no seu Foco Templário – centro do Ocidente – ou se as possuem, estão elas no Trono do V:।M:., 1º Vig:., e 2º Vig:. ou são simples lâmpadas, o que redunda na mesma situação: SEM LUZES NO FOCO!

Assim, embora sem Luzes (velas acesas), mas evidenciando uma disposição circular que mimetiza a Eclíptica, possuem esses tipos de Templos (Ritos) uma Energia um degrau acima dos Ritos Religiosos sem Velas.

Vale aqui destacar que ‘acidentes’ com velas num Ritual Maçônico do REAA – eles também ocorrem em outros rituais que se passam exclusivamente no Ocidente, mas com nomenclaturas diversas – evidenciam vários problemas, delineados à seguir:

1 - Vela Sul se apaga = Secr\ com problemas energéticos;

2 - Vela Sul se dobra, desmoronando = 2º Vig:. com problemas energéticos;

3 - Vela Norte se apaga = Orad:. com problemas energéticos;

4 - Vela Norte se dobra, desmoronando = Tes:. com problemas energéticos;

5 - Vela Norte cai, despencando = 1º Vig:. com problemas energéticos;

6 - Vela Central se apaga = V:.M:. com problemas energéticos;

7 - Vela Central se dobra, desmoronando: M:.Cer:.e/ou M:.Hosp:. com problemas energéticos;

8 - Vela Central cai, despencando = G:.T:. com problemas energéticos;

9 - Todas as Velas se recusam a permanecer acesas = Recinto Templário profanado!

Poderemos conferir agora na ilustração da página anterior: “Estrutura Energética” a visualização da Eclíptica disposta linearmente, com inúmeras constatações adicionais.

Nela podemos conferir a disposição templária dos Ritos: Religioso, Rito de York (com Velas, o Americano, não o Inglês), Rose-Croix e o REAA. Visualizamos igualmente o degrau energético onde cada um deles está situado, desde que corretamente ativado (quando a Egrégora ‘cai’, o Ritual desce até o piso).

E tem muito mais…