sexta-feira, 10 de julho de 2009

35 – OS “RITUAIS TEMPLARIOS” E A KABBALAH

De mais uma matéria adaptada do artigo “Rituais Templários I”, de Otmanu (ver artigo na integra em <http://www.ordotrimegistus.net/portugues/portugues_page10/portugues_page10.html>), adaptamos uma visão para a interpretação das VELAS nos diversos rituais, procurando entende-los na ótica da ‘ÁRVORE DA VIDA’:

Todas as atividades realizadas em grupo — duas ou mais pessoas — configuram um ritual. Assim desde um jogo de baralho a dois, um ato de amor de um casal, uma atividade numa empresa, uma reunião de diretoria, um jogo de futebol (ou de qualquer outra modalidade esportiva) numa quadra ou num estádio, um baile, uma manifestação de rua, um congresso, uma viagem de avião (de navio ou ônibus), etc., representam um ambiente energético cujo potencial, onde tudo pode acontecer, depende do recinto, das intenções dos participantes (por este motivo a quantidade e a qualidade da torcida é tão valorizada pelos jogadores de futebol) e do seu número.

O nosso caminho visa a decodificação da atividade ritualística templária, seja ela praticada num Templo sem velas, num Templo com duas velas no altar ao fundo, numa Catedral com 4 velas ou mais (sempre um número par) no Transepto, num Templo Rosacruz com 3 velas, em Rituais Maçônicos, sem e com 3 velas.

Comecemos pelos Rituais Religiosos sem Velas acesas. Todos eles possuem algo fundamental: TORCIDA ÚNICA e um TÉCNICO (Sacerdote) que é obedecido, usualmente sem questionamentos. Com esta coordenação de MENTES UNIDAS num ÚNICO propósito, o ambiente permeado de Intenções irá produzir seus efeitos naquela Congregação e se cristalizará em alguns de seus participantes.

Alguns Templos não possuem Luzes, aqui entendidas como Velas Acesas Ritualisticamente, no seu Foco Templário – centro do Ocidente – ou se as possuem, estão elas no Trono do V:।M:., 1º Vig:., e 2º Vig:. ou são simples lâmpadas, o que redunda na mesma situação: SEM LUZES NO FOCO!

Assim, embora sem Luzes (velas acesas), mas evidenciando uma disposição circular que mimetiza a Eclíptica, possuem esses tipos de Templos (Ritos) uma Energia um degrau acima dos Ritos Religiosos sem Velas.

Vale aqui destacar que ‘acidentes’ com velas num Ritual Maçônico do REAA – eles também ocorrem em outros rituais que se passam exclusivamente no Ocidente, mas com nomenclaturas diversas – evidenciam vários problemas, delineados à seguir:

1 - Vela Sul se apaga = Secr\ com problemas energéticos;

2 - Vela Sul se dobra, desmoronando = 2º Vig:. com problemas energéticos;

3 - Vela Norte se apaga = Orad:. com problemas energéticos;

4 - Vela Norte se dobra, desmoronando = Tes:. com problemas energéticos;

5 - Vela Norte cai, despencando = 1º Vig:. com problemas energéticos;

6 - Vela Central se apaga = V:.M:. com problemas energéticos;

7 - Vela Central se dobra, desmoronando: M:.Cer:.e/ou M:.Hosp:. com problemas energéticos;

8 - Vela Central cai, despencando = G:.T:. com problemas energéticos;

9 - Todas as Velas se recusam a permanecer acesas = Recinto Templário profanado!

Poderemos conferir agora na ilustração da página anterior: “Estrutura Energética” a visualização da Eclíptica disposta linearmente, com inúmeras constatações adicionais.

Nela podemos conferir a disposição templária dos Ritos: Religioso, Rito de York (com Velas, o Americano, não o Inglês), Rose-Croix e o REAA. Visualizamos igualmente o degrau energético onde cada um deles está situado, desde que corretamente ativado (quando a Egrégora ‘cai’, o Ritual desce até o piso).

E tem muito mais…

Nenhum comentário: